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Lubrificantes para veículos pesados terão mais tecnologia em 2017

 
12/12/2016
 
A partir de 1º de janeiro de 2017, a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) determina, através da Resolução nº 22, níveis mínimos de desempenho dos óleos lubrificantes para motores automotivos ciclos Otto e Diesel. A nova regulamentação da ANP, determina que a classificação mínima será a “CH”. Portanto, a partir do próximo ano os lubrificantes para caminhões API CG-4 deixarão de existir. Entenda a regulamentação: Por meio da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), a legislação brasileira exige que os óleos lubrificantes apresentem classificações como a API (American Petroleum Institute), que aponta a qualidade dos produtos, e a SAE (Society of Automotive Engineers), que informa o tipo de viscosidade. Essas siglas existentes nos rótulos das embalagens não são meramente ilustrativas, elas são essenciais para identificar o produto e assegurar o desempenho oferecido. Para conquistar cada um desses certificados é necessário que o óleo cumpra uma série de requisitos e critérios pré-estabelecidos que determinam o tipo e a qualidade do produto, por isso são tão importantes. Essas especificações também norteiam o consumidor na escolha adequada do lubrificante e estão presentes no manual do fabricante do veículo, com a finalidade de indicarem a norma ideal para cada motor. No caso da certificação API, há uma divisão em duas subcategorias: “C”, para veículos com combustão espontânea, como os de motores a diesel, e “S”, destinada a veículos com combustão interna, como os de motores a gasolina, etanol e GNV. A letra que acompanha o “C”, por exemplo, diz respeito à tecnologia e o desempenho dos lubrificantes, e aumenta de acordo com a ordem das letras do alfabeto. O máximo encontrado hoje no mercado para veículos à diesel é o “CJ”, ou seja, quanto mais próxima a letra for do “J”, melhor será a qualidade do lubrificante. A nova regulamentação da ANP, determina que a classificação mínima a partir de 2017 será a “CH”. A gerente de marketing da Mobil, Roberta Maia, explica que movimentações como essa da ANP são fundamentais para abrir espaço para novas tecnologias em substituição a produtos obsoletos, que não agregam tantas vantagens ao consumidor se comparados aos demais disponíveis no mercado. “Essas mudanças mostram que o mercado nacional tem acompanhado a evolução dos óleos lubrificantes. A Mobil não comercializa produtos com a certificação API CG-4 desde 2014 e investe constantemente em tecnologia para oferecer o que há de melhor ao consumidor, como lubrificantes premium de alta performance, que proporcionam segurança, produtividade e proteção”, completa.
 
Fonte: www.revistaocarreiteiro.com.br
 
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