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4 comportamentos que colocam a segurança nas rodovias em risco

 
08/09/2017
 
A Arteris acaba de apresentar pesquisa inédita de observação sobre o comportamento de condutores em rodovias no Brasil. O método também foi aplicado, neste ano, em rodovias da França, Espanha, Argentina, Chile e Porto Rico. Os dados da França e da Espanha já foram divulgados, o que permite comparação, reservadas as distintas realidades. O objetivo é aprofundar o conhecimento sobre os comportamentos de usuários e identificar alternativas para a mitigação de riscos e para a intensificação de campanhas. O levantamento – realizado em sete dias com observação de 82 mil veículos na Autopista Régis Bittencourt – também fornece informações estratégicas para fiscalização rodoviária com foco em segurança no trânsito. Confira alguns dos comportamentos que compromete a segurança nas rodovias: 1 - Celular ao volante: Alguns segundos de distração ao manusear o celular podem levar a um desvio de atenção grave, inclusive possibilitando que motoristas percorram vários metros “às cegas”. O uso do celular é uma infração gravíssima e a multa no Brasil pode chegar a quase R$ 300 reais, além de render sete pontos na carteira de habilitação. Contudo, o manuseio do aparelho é uma realidade, sobretudo, nas grandes cidades. Nas rodovias, ainda que de forma mais tímida, o celular continua sendo usado, mesmo gerando um risco de alta periculosidade. No período pesquisado, 1,19% dos motoristas foi visto com celular em mãos no Brasil. Na França, 4,1% dos usuários dirigiam manuseando o celular, e na Espanha, 4,6%. 2 - Excesso de velocidade e ausência de distância de segurança: O desrespeito à distância mínima de segurança de dois segundos, associado ao excesso de velocidade, potencializa exponencialmente o risco e a gravidade de acidentes. Na distância e velocidade adequadas, os condutores e demais usuários da rodovia ampliam a capacidade de reação, têm melhor visibilidade da via e da sinalização, e, portanto, contam com maiores chances de adotar atitudes defensivas corretamente. Os dados coletados indicam que 15,9% dos usuários parecem ignorar a recomendação expressa no Código de Trânsito Brasileiro de manter a distância mínima de segurança entre veículos. O resultado brasileiro é bastante similar ao espanhol, que foi de 16,5%. A França, por sua vez, apresentou o percentual mais alto de desrespeito à distância mínima de segurança, 25%. O desrespeito aos limites de velocidade é alto para os três países. Na França, 41% dos veículos observados excedem o limite, 38,3% na Espanha e 29,6%, no Brasil. A infração é classificada entre média e grave no Brasil, pode gerar multa de até R$ 293,47 reais, e levar à suspensão da licença para dirigir. 3 - Motoristas não sinalizam a mudança de faixa: A pesquisa relevou também que a comunicação no trânsito pode estar bastante prejudicada. No Brasil, 57,5% dos condutores observados foram flagrados mudando de faixa sem sinalizar. O dado registrado é superior ao verificado na França (26%) e na Espanha (39,6%). A manobra inesperada sem a utilização da seta é uma infração grave e impede que os demais motoristas possam tomar medidas preventivas para evitar, por exemplo, colisões laterais e traseiras. 4 - Uso de cinto de segurança: O especialista também se mostrou bastante surpreso com os resultados relativos ao uso do cinto de segurança. Para ele, o comportamento dos responsáveis pela condução dos veículos possivelmente está muito mais vinculado à fiscalização do que propriamente a uma consciência e preocupação com a preservação da vida. Usar o cinto de segurança pode reduzir pela metade as chances de ferimentos fatais para condutores e passageiros que trafegam no banco da frente, e em 3/4 para aqueles que viajam no banco de trás. Mas, ainda assim, no Brasil, por exemplo, o dispositivo é ignorado por 1% dos condutores e por 48% dos passageiros no banco traseiro. Na Espanha, o uso do cinto é praticamente universal no banco da frente, mas ainda deixa de ser usado por 21,3% dos passageiros no banco de trás.
 
Fonte: www.ocarreteiro.com.br
 
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