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No Pará, exército se dirige para trecho da BR-163 para pavimentar rodovia

 
08/09/2017
 
Batalhão Ferroviário do Exército Brasileiro saiu do estado de Minas gerais com destino ao distrito de Morais Almeida, em Itaituba, no sudoeste do Pará, com a missão de ajudar no asfaltamento do trecho de 65 quilômetros da rodovia BR-163, entre os municípios de Trairão e Novo Progresso, no sudoeste do Pará. Um comboio com 20 militares e 13 caminhões transportando dezenas de equipamentos e maquinários pesados deixou do estado de Minas Gerais demorará seis dias para chegar à Morais Almeida, onde será a base dos militares para o asfaltamento do trecho da rodovia que virou um grande atoleiro em fevereiro de 2017, devido às fortes chuvas na região. "A missão desse comboio, das viaturas e equipamentos militares, que estão seguindo para a BR-163, é justamente colaborar com a missão do Exército de conservação e pavimentação de 65 quilômetros da BR-163, no Pará", disse o coronel Fábio Lincoln, Comandante do 2º Batalhão Ferroviário. O atoleiro no trecho não asfaltado da BR-163 deixou mais de quatro mil caminhoneiros parados na rodovia por três semanas, esperando que as condições de tráfego melhorassem. Eles tinham como o destino o porto de Miritituba, em Santarém, para escolar a produção de grãos e óleos vindos do estado do Mato Grosso. As associações exportadoras de óleos e cereais disseram que o prejuízo com os caminhões parados na rodovia foi de R$ 1,2 milhão por dia, com o atraso do escoamento da safra de soja e milho pelo porto de Miritituba. De acordo com o economista Nélio Bordalo, com a pavimentação de 65 quilômetros da BR-163 vai facilitar o escoamento da produção de grãos e óleos da região centro-oeste do país, além de redirecionar os caminhões que estava despejando as cargas nos portos da região sul e sudeste para o porto de Miritituba. "Essa produção estava sendo escoado nos portos do sul e sudeste, e isso está sendo direcionado para cá, para a região norte, através do porto de Miritituba. Com isso, há uma redução, principalmente em função da distância. Isso reduz significativamente o frete ", completou o economista.
 
Fonte: www.24horasnews.com.br
 
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