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Reajustes nos pedágios influenciam os valores de fretes de soja e milho

 
06/10/2017
 
No mês de setembro, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou as concessionárias rodoviárias que administram os trechos da BR-163 a alterarem as tarifas cobradas nas praças de pedágios nos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, trazendo reflexos nos preços de fretes para o agronegócio. A agência reguladora permitiu uma redução de R$ 0,10 nas tarifas cobradas nas praças de pedágios da rodovia BR-163 no estado do Mato Grosso. Tal reajuste passou a ser válido desde o dia 6 de setembro, e permitiu uma redução do impacto do pedágio nos custos de transporte de cargas agrícolas. “Essa medida trouxe benefícios econômicos para importantes rotas de movimentação dentro do estado, envolvendo o abastecimento do mercado doméstico e entregas em terminais ferroviários”, afirma o pesquisador do Grupo ESALQ-LOG, Everton Costa. Um exemplo positivo dessa medida é a redução de R$ 0,11 por tonelada de soja e milho transportada na rota Sorriso (MT) para Rondonópolis (MT), principal corredor multimodal do país. Entretanto, no dia 11 de setembro, a ANTT autorizou o aumento nas tarifas de pedágios da BR-163, cobradas nas praças do Mato Grosso do Sul. Nesse contexto, houve uma elevação de R$ 0,40 para R$ 0,50 por praça. A determinação levou a um encarecimento no custo de transporte para movimentações do Centro-Oeste para o Sul do país. “A diminuição no valor cobrado de pedágio do Mato Grosso permitiu uma redução de R$ 0,13 por tonelada no transporte de grãos no corredor de Sorriso (MT) para Paranaguá (PR). Em contrapartida, após o aumento no Mato Grosso do Sul, o custo por tonelada subiu para R$ 0,26 por tonelada, em uma rota onde o gasto com pedágio representa quase 11% do preço do frete”, comenta Costa. De acordo com o coordenador do ESALQ-LOG, Thiago Guilherme Péra, a tarifa de pedágio é viável quando o benefício esperado com a melhoria das condições viárias traga mais segurança e reduza o custo de transporte. “A partir dos investimentos na melhoria da trafegabilidade nos corredores de transporte, é esperado uma compensação em segurança a partir da redução de acidentes e melhor nível de serviço ao motorista, além de melhorias nos indicadores de produtividade do transporte, envolvendo, por exemplo, redução do consumo de combustível, redução do desgaste dos pneus e dos gastos com manutenção, além de aumento da velocidade média. Isso tem que ser refletido rápido, ainda mais para um setor tão importante que é o agronegócio, o qual movimenta elevados volumes em grandes distâncias, muitas vezes em precárias condições e com um alto custo”, afirma Péra.
 
Fonte: www.logweb.com.br
 
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