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PRF e IBAMA fecham cerco contra fraudes no Arla 32

 
30/10/2017
 
A poluição ambiental é uma das grandes preocupações no mundo na atualidade, é responsável por muitas mortes e a busca do equilíbrio se faz necessária. A PRF trabalha fiscalizando emissões veiculares de poluentes no seu dia dia, além disso auxilia outros órgãos em fiscalizações específicas e também operações conjuntas ao longo das rodovias federais e outros pontos de interesse. O ARLA 32 é um aditivo que os caminhões fabricados a partir de 2012 são obrigados a utilizar para que os gazes tóxicos produzidos sejam transformados e emita menos poluição para meio ambiente. Ocorre que muitos motoristas e até empresas vem utilizando diversos meios para burlar a fiscalização e utiliza o produto adulterado ou faz uso de emuladores, que simulam o uso do produto. Os infratores alegam que fazem isso para reduzir os custos, porém ao adulterar o arla ou não usá-lo os veículos emitem mais poluentes que os veículos antigos. Por conta de várias denúncias recebidas, a PRF e o IBAMA vem realizando a operação denominada “ADBLUE” nesta semana no interior de São Paulo a fim de verificar possíveis fraudes no sistema de emissões de gazes veicular. Algumas empresas foram visitadas e multas ambientais foram aplicadas. Algumas irregularidades foram constatadas. Na quarta-feira, 25, ao fiscalizar uma empresa fabricante de Arla32 em Matão, a qual havia sido embargada pelo Ibama em junho de 2017, os agentes encontraram a planta em operação, com notas fiscais de venda do produto, além de notas fiscais de compra de insumos, produtos usados na fabricação e embalagem do Arla32, que caracterizam o funcionamento. Havia arla32 nos tanques de preparo, água desmineralizada nos reservatórios e bombas de 20 litros novas, prontas para envase. O Ibama notificou a empresa por descumprimento de embargo. No mesmo dia, durante averiguação em uma transportadora em São Manoel, foram encontrados 20 emuladores e 05 caminhões flagrados utilizando o equipamento. Ao deixar de utilizar o arla, os caminhões perdem a potência, com o uso do emulador o caminhão funciona normalmente como se estivesse usando o produto e mantém a potência, porém emite uma quantidade de poluentes muito maior. Foram aplicadas multas ambientais pelo Ibama. Desde o início da operação na segunda-feira, 23, o valor total das notificações já alcançaram o valor de R$ 323.170,00.
 
Fonte: www.portalbraganca.com.br
 
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