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Ministro diz esperar que reunião do governo com caminhoneiros resulte em 'trégua'

 
24/05/2018
 
O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, afirmou em entrevista coletiva nesta quinta-feira (24) que a reunião na tarde desta quarta-feira entre governo e representantes dos caminhoneiros "pode resultar numa trégua". Caminhoneiros entraram nesta quinta-feira no quarto dia seguido de bloqueio de rodovias em diversos estados do país. Eles reivindicam diminuição no preço do diesel. A paralisação da categoria começou a afetar o abastecimento de diversos produtos pelo país, como combustíveis e alimentos. Nos últimos dias, o governo vem buscando alternativas para o encerramento da mobilização dos caminhoneiros. Na quarta-feira (23), houve uma primeira reunião no Palácio do Planalto com a categoria. Marun explicou que, na ocasião, foi apresentada uma pauta de reivindicações dos caminhoneiros. Ele lembrou que já foram tomadas medidas, como a decisão da Petrobras de reduzir 10% o preço do diesel vendido pelas refinarias por 15 dias. Segundo ele, a posição da Petrobras permitiu avanços em duas questões defendidas pelos caminhoneiros: redução do preço e previsibilidade nos valores cobrados pelo diesel. “Vamos nos reunir hoje, novamente às 14h, já não mais como ontem [quarta-feira], simplesmente ouvindo, mas já tendo tomado medidas concretas, o que nós entendemos que podem resultar numa trégua para que, daí sim, as outras reivindicações, que são muitas, possam ser analisadas com mais tempo”, disse o ministro. O presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), Diumar Bueno, que esteve no encontro de quarta, informou que os caminhoneiros pedem a redução de PIS-Cofins e ICMS que incidem sobre o diesel. A entidade também defende que os reajustes no diesel sejam adotados de três em três meses. A Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), que também participa das conversas com o governo, informou que a paralisação será suspensa se o governo retirar a PIS-Cofins e a Cide incidentes sobre os combustíveis e a medida entrar oficialmente em vigor. 'Cálculos equivocados' Na entrevista, Marun também comentou a decisão da Câmara dos Deputados de aprovar o projeto que elimina a cobrança de PIS-Cofins sobre o diesel até o fim de 2018. A proposta ainda precisa ser aprovada pelo Senado. Segundo ele, a decisão foi “baseada em cálculos equivocados” e não “existe mais dúvida” sobre o tema. O ministro não informou os números na entrevista. A eliminação temporária do PIS-Cofins que incide no diesel foi incluída pelos deputados no projeto que reonera a folha de pagamento das empresas de 28 setores da economia. No entanto, o acordo costurado pelo governo previa zerar a cobrança de outro imposto, a Cide. Marun já havio dito, na quarta, que a arrecadação prevista pela reoneração não compensa a perda de receita com a eliminação de PIS-Cofins. “Os cálculos foram refeitos e realmente a nossa posição era correta. A decisão foi baseada em cálculos equivocados. O relator se fez assessorar por uma economista que, acredito, errou seus cálculos”, disse Marun.
 
Fonte: www.g1.globo.com
 
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