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Temer anuncia redução no diesel e preço mínimo de frete

 
28/05/2018
 
O presidente Michel Temer anunciou, na noite deste domingo (27), que o governo vai implantar um preço mínimo de frete para o transporte rodoviário e a isenção de pedágio sobre o eixo suspenso de caminhões em todo o País. Temer também anunciou a redução no preço do diesel, em R$ 0,46 por litro, e o congelamento dessa redução por 60 dias - medida mais generosa do que a que havia sido acordada anteriormente, redução de 10% no preço (R$ 0,38) por 30 dias. A redução corresponde aos valores da Cide e do PIS/Cofins somados, segundo o presidente. Para ele, os caminhoneiros poderão, com isso, planejar melhor seus custos e o valor do frete. "Para chegar a esses R$ 0,46, o governo está assumindo sacrifícios no orçamento e honrará essa diferença de custo sem nenhum prejuízo para a Petrobras", disse Temer. "Não é possível criar à Petrobras uma dificuldade operacional e de recursos que retire o prestigio que recuperou nesses dois anos". O governo também vai garantir aos caminhoneiros autônomos pelo menos 30% dos fretes da Conab. A isenção do pedágio, a reserva para fretes da Conab e a tabela mínima de frete serão feitas por meio da edição de medidas provisórias pelo governo. Temer fez um apelo à "responsabilidade e patriotismo" dos caminhoneiros, para o fim da greve, como contrapartida para as medidas. PRESSÃO A DONOS DE POSTOS Durante a reunião deste domingo no Palácio do Planalto, o governo pediu a representantes de distribuidores de combustíveis para repassar o valor da baixa no diesel para as bombas e prometeu usar a ANP (Agência Nacional do Petróleo) e os Procons para fazer pressão sobre os donos de postos de combustíveis. Nessa cifra, entram além do desconto já anunciado pela Petrobras (de 10% do preço do combustível), também a isenção da Cide (Contribuição sobre Intervenção do Domínio Econômico) e parte do PIS/Cofins. A avaliação é que o governo não consegue retirar todo o valor do PIS/Cofins sobre o diesel pois tem outros impactos fiscais a cobrir com o pacote de medidas para o setor. Mas a pressão é elevada e pode ser levado a ceder. Já se sabe que, além da Petrobras, a União terá que ressarcir também as empresas que vendem diesel importado no Brasil. O combustível que vem do exterior responde por 20% do mercado. Essas compensações às importadoras e também aos Estados - para isentar a cobrança do pedágio no eixo suspenso de caminhões - pode elevar a despesa do governo (R$ 4,9 bilhões até o fim do ano) para "praticamente o dobro". O governo deverá editar uma medida provisória para estender o desconto no pedágio, já válido para as estradas federais, para todas as estaduais, com respectivo ressarcimento pela União. Na última quinta-feira (24), o Ministério da Fazenda tinha informado que o governo federal irá ressarcir a Petrobras por manter os preços por um mês, suspendendo os reajustes diários do diesel até o fim do ano.
 
Fonte: www.folhadelondrina.com.br
 
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